Sao Paulo / SP - sábado, 21 de outubro de 2017

OBESIDADE

OBESIDADE

 

 

Quem tem que emagrecer por apresentar excesso de peso, sobrepeso, obesidade central ou obesidade visceral ou obesidade abdominal OBESIDADE CONTROLADA, OBESIDADE ABDOMINAL (excesso de gordura intra abdominal) OBESIDADE VISCERAL O FLAGELO DO SÉCULO 21 QUE INFELIZMENTE TENDE A AUMENTAR....


A obesidade é considerada pela Organização Mundial de Saúde, uma doença epidêmica, classificada de acordo com o CID (Código Internacional de Doença, Nº E. 66). Até pouco tempo atrás a maioria dos médicos e especialistas de qualquer área, consideravam o aumento de peso em uma pessoa como sendo uma situação em que o ser humano, apresentava uma postura onde predominava o desleixo, a ociosidade, a falta de exercício e até a gula. Hoje temos a consciência que centenas de fatores genéticos estão direta ou indiretamente envolvidas nessa doença, dos quais entre 40 a 45 genes já se tem a identificação genética e no máximo 20 genes nós conseguimos manipular. Entretanto com o avanço da ciência temos melhorado os fatores de diagnósticos, têm sido desenvolvidas novas terapêuticas que influenciam cada vez mais no controle desta doença grave. Sabemos hoje, que além dos fatores já mencionados existem outros fatores também que colaboram com o problema, tais como: hábito de vida falta de exercício, e a orientação nutricional. Temos a certeza de que a cada dia, nós médicos especialistas Endócrinos e outros  Cientistas farão com que os nossos pacientes tenham uma melhor qualidade de vida.  

  

  

Sempre faça exercícios físicos e controle de dieta e nutrição para melhorar sua qualidade de vida!!!


 

OBESIDADE INFANTIL

 


 

Quem tem que emagrecer por apresentar excesso de peso, sobrepeso, obesidade central ou obesidade visceral ou obesidade abdominal ou obesidade controlada

 

O que temos observado na prática é que dois fatores são muito importantes e progressivos nessa doença que não é muito diferente do adulto. Em países em desenvolvimento essa epidemia pode ser desencadeada pela ingestão exagerada de substâncias altamente calóricas (hidratos de carbono), que em muitos casos é a única fonte de alimentação tais como derivados do: milho, trigo, etc., sem o restante das substâncias elementares que nosso corpo necessita. Isto leva as crianças a apresentarem um aumento de peso e desnutrição concomitante. O mais freqüente em nossas clínicas são infanto-juvenis, que realmente por pouca atividade física por muita atividade estática como televisão, vídeo game, computador, etc., que associam a famigerada indústrias de fast-food e diversos alimentos incompletos em nutrientes tais como batata-frita, hambúrguer, sorvetes, e outros comestíveis desastrosos, ricos em gorduras, e hidratos de carbono mais substancias não adequadas, somado a isso o tempo desperdiçado ou não, em frente desses instrumentos já citados, se observa a perda de habito do exercício físico, natação, caminhada e demais fatores que levam a pouca mobilização fisiológica dos  mesmos. 

 

Sempre faça exercícios físicos e controle de dieta e nutrição para melhorar sua qualidade de vida!!! 

 

OBESIDADE CENTRAL

 

 

Quem tem que emagrecer por apresentar excesso de peso, sobrepeso, obesidade central ou obesidade visceral ou obesidade abdominal ou obesidade controlada. De todas as obesidades que obviamente são comprometimentos orgânicos, e que faz com que o paciente não se identifique com sua imagem, mas significativo e dramático é a Obesidade Central ou Visceral, até 1989 essa fator não era muito valorizado, pois praticamente não era diferente na classificação dos obesos conforme tabela de classificação já descrita, no site. Entretanto o professor Gerald M. Reaven em sua observação clássica na Universidade de Stanford deu uma guinada significativa ao denominar, e perceber que esta doença muito grave, não era somente pelos fatores que já escrevemos, mas que ela possuía fatores outros que as classificavam  um conjunto de sinais e sintomas multidisciplinar, onde comprometiam as funções metabólicas tais como Diabetes Melitus, Tipo II, Dislipidemias (Colesterol total e frações, Triglicérides), Hipertensão Arterial, outros fatores genéricos que acabariam comprometendo o coração, levando com isso a um significativo aumento da co-morbidade, morbidade e mortalidade do paciente comprometido. Esses fatores, são situações De Vetores que comprimem todo o mecanismo respiratório e cardiológico que chamamos de  Síndrome do "Estaiamento Cardíaco" que levará uma modificação e sofrimento do sistema cardiológico e respiratório já percebido no final do século 19 e início do 20 por anatomistas que foram nossos mestres, mas, não ativeram a analisar a topografia respiratória e cardiológica, que hoje  temos acesso juntamente com fatores anátomos fisiológicos que levam a essa situação dramática. Hoje denominada Síndrome Metabólica não necessariamente ocorrem em pacientes obesos, mas também em indivíduos magros, com aumento importante da gordura visceral ou central "o famoso bebedor de cerveja", que na verdade não é esta a causa.  

 

Sempre faça exercícios físicos e controle de dieta e nutrição para melhorar sua qualidade de vida!!!

 

 

OBESIDADE – Estudo DE REVISÃO do INDICE DE MASSA

CORPORAL (IMC) eo risco de Embolia Pulmonar em Mulheres

 


 

Quem tem que emagrecer por apresentar excesso de peso,sobrepeso,obesidade central ou obesidade visceral ou obesidade abdominal ou obesidade controlada

Embolia pulmonar (PE) é comum e associada com morbidade e mortalidade significativas.  Uma associação entre obesidade e da Embolia Pulmonar tem sido sugerida, mas a natureza da associação não foi bem definida.  Realizamos um estudo prospectivo (de Trabalhos Escritos) com 87.226 mulheres em Nurses 'Health Study (1984-2002) para definir a associação entre o IMC considerando não OBESOS e Pessoas Com OBESIDADE e o risco de incidente. e Exposição primária foi o IMC (< 22,5, 22,5-24,9, 25,0-27,4, 27,5-29,9, 30,0-34,9 e 35.0 kg/m 2 ).>35,0 kg / m 2).  

Resultado primário EMBOLIA PULMONAR SEM CAUSA DEFINIDA (OS prontuário ou observações medica de casos confirmados de EMBOLIA PULMONAR não associado com cirurgia prévia, trauma ou tumor maligno). Análise secundária de EMBOLIA PULMONAR em outras situações também foi realizada. Multivariável modelos  de riscos proporcionais, foram CONTROLADOS POR IDADE, ATIVIDADES FÍSICAS, OBESOS, MENOPAUSA, TABAGISMO, RAÇAS, NÍVEL DE ESCOLARIDADE DO CÔNJUGE, IGUALDADE DE DETALHES, SEM TOMAR ASPIRINA OU ANTI-FLAMATÓRIOS NÃO, COMPLEMENTOS VITAMÍNICOS, HIPERTENSÃO ARTERIAL (P.A), DOENÇAS CORONARIANAS OU DE OUTROS VASOS CARDÍACOS, e DOENÇAS REUMÁTICAS. Havia 157 incidente EMBOLIA PULMONAR sem causas e 338 com riscos de embolias pulmonares. Houve uma forte associação positiva entre o ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC) EXCESSO DE PESO (GORDURA) OBESIDADE, SOBREPESO, e o risco de EMBOLIA PULMONAR   sem causa (risco relativo (RR)=(95% de confiança (CI), por 1kg/m 2  aumento do IMC, e EMBOLIA  PULMONAR com causas determinadas. A associação foi linear, e clara, mesmo com aumentos modestos no IMC (22,5-25 kg/m 2).

O risco AUMENTOU QUASE 6 VEZES entre os indivíduos com IMC > 35 kg/m 2, e esteve presente em vários TIPOS E CLASSIFICAÇÕES DE SOBREPESOS E OBESOS. O aumento  do IMC, GORDURAS, SOBREPESOS, OBESOS TIPO 1,2,3 tem uma associação forte e linear com o desenvolvimento da EMBOLIA PULMONAR em mulheres. . Os CLINICO DEVEM considerar o IMC na avaliação do risco de EMBOLIAS em seus pacientes.

NOSSA OPINIÃO; A OBESIDADE MESMO QUE SEJA UM LEVE SOBREPESO...

Deve sempre ser levado em consideração, não só na Embolia Pulmonar, até porque nenhum Medico ou Paciente tem duvidas dos malefícios que a OBESIDADE  acarreta a raça Humana, é o que alerta a ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS), MAS esta EPIDEMIA,vem aumentado o numero de pessoas atingidas a cada ano, fazendo da OBESIDADE um verdadeiro flagelo daqui para frente. PORTANTO, devemos parar e pensar o que estamos fazendo para nos mesmo, e principalmente para nossos FILHOS.

 

Sempre faça exercícios físicos e controle de dieta e nutrição para melhorar sua qualidade de vida!!!

 

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Fonte

Obesidade (2009) 17 11, 2040-2046. doi:10.1038/oby.2009.92 doi: 10.1038/oby.2009.92

Christopher Kabrhel  Raphaëlle Varraso Samuel Z. Goldhaber  Eric B. Rimm  e Carlos A. Camargo 

Department of Emergency Medicine, Harvard Medical School, Massachusetts General Hospital, Boston, Massachusetts, E.U.A.

Centro de Investigação em Epidemiologia Ambiental, Municipal Institut d'Mèdica Investigación, Barcelona, Espanha INSERM, U780, Villejuif, França -Univ. Paris-Sud, Villejuif, França

Departamento de Medicina Cardiovascular Division, Brigham and Women's Hospital, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts, E.U.A.

Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, Boston, Massachusetts, E.U.A.

Channing Laboratory, Department of Medicine, Brigham and Women's Hospital, Boston, Massachusetts, E.U.A. PUBLICAÇAO ANO 2009-10-27

http://dracaio.site.med.br UA-25952186-10