Sao Paulo / SP - sexta-feira, 23 de junho de 2017

MENOPAUSA

 

MENOPAUSA E CLIMATÉRIO

 


 

A menopausa é a última menstruação da mulher.

O climatério é a fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários.

A insuficiência ovariana é secundária ao esgotamento dos folículos primordiais que constituem o patrimônio genético de cada mulher. A diminuição dos níveis hormonais é um fato que ocorre com todas as mulheres e se inicia ao redor dos 40 anos. Algumas mulheres podem apresentar um quadro mais acentuado de sinais e sintomas, porém todas chegarão à menopausa. A menopausa delimita as duas fases do climatério, o climatério pré- menopausa e o pós-menopausa.

A idade média das mulheres na menopausa é de 51 anos, podendo variar de 48 a 55 anos. Quando ocorre nas mulheres com menos de 40 anos é chamada de menopausa prematura. A dominuição ou a dalta de hormônios sexuais femininos podem afetar vários locais do organismo e determinam sinais e sintomas conhecidos pelo nome de de Síndrome de Climatério ou Menopausa.

 

O que se sente, Os sintomas mais freqüentes são:


  • Fogachos ou ondas de calor, que causam uma vermelhidão súbita sobre a face e o tronco, acompanhados por uma sensação intensa de calor no corpo e por transpiração. Podem aparecer a qualquer hora e muitas vezes são tão desagradáveis que chegam a interferir nas atividades do dia a dia.
  • Alterações urogenitais causadas pela falta de estrogênio que levam a atrofia do epitélio vaginal, tornando o tecido frágil a ponto de sangrar. Na vagina, a atrofia causa o estreitamento e encurtamento, perda de elasticidade e diminuição das secreções, ocasionando secura vaginal e desconforto durante a relação sexual (dispareunia). Modificações na flora vaginal facilitam o aparecimento de uma flora inespecífica que predispõe a vaginites. Outros efeitos indesejáveis ocorrem no nível da uretra e da bexiga, causando dificuldade de esvaziamento da mesma, perda involuntária de urina, ocasionando a chamada
  • Síndrome uretral, caracterizada por episódios recorrentes de aumento da freqüência e ardência urinária, além da sensação de micção iminente.
  • Alterações do humor, sintomas emocionais, tais como ansiedade, depressão, fadiga, irritabilidade, perda de memória e insônia devido às alterações hormonais que afetam a química cerebral.
  • Modificação da sexualidade com diminuição do desejo sexual (libido), que pode estar alterado por vários motivos, entre eles, a menor lubrificação vaginal.
  • Aumento do risco cardiovascular pela diminuição dos níveis de estrogênio.
  • O estrogênio protege o coração e os vasos sanguíneos contra problemas, evitando a formação de trombos que obstruem.

 

ENDOCRINOLOGISTA – MENOPAUSA – TIREÓIDE - HIPOTIREOIDISMO

 

 

Categoria importante de assunto: diabete (ou diabetes mellitus) envolvendo a síndrome metabólica, hiperglicemia (aumento de glicose), hiperdeslipidemia (aumento de colesterol total e frações), obesidade abdominal (obesidade central ou obesidade visceral), endocrinologia cardiovascular, endocrinologia reprodutiva (hormônios que interferem na fertilidade), (incluindo hormônios placentários que interferem na fertilização).

 

Influência da menopausa (ou pós -menopausa), sobre o paciente com diabete ou possibilidade de adquirir o diabetes mellitus.  

 

 Muitas mulheres pós-menopáusicas (em estado de menopausa) convivem com o diabetes mellitus, no entanto, há pouca informação sobre como as mudanças que ocorrem na época da menopausa pode afetar a exclusividade de problemas que ocorrem durante algumas doenças ou deficiências de diabete nesta população.  Embora o (peso) sobrepeso ou obesidade que comumente ocorre durante a transição menopáusica (entrando na menopausa) é largamente atribuído ao envelhecimento, em vez de a transição em si, síndrome do climatério, as mudanças na composição corporal foram independentemente associados com o estado de menopausa. Estas mudanças na composição corporal que, por sua vez, foram associados com alterações na sensibilidade à insulina e metabolismo (atividade) da glicose em mulheres pós-menopáusicas (em estado menopausa).  A terapia hormonal parece ter efeitos neutros ou benéficos sobre as mudanças adversas na composição corporal associados à menopausa.  Se o status menopausa (de menopausa) independentemente influência o risco de diabetes é controversa.  Contudo, os resultados consistentes a partir de grandes ensaios clínicos sugerem que a terapia hormonal pós-menopausa diminui o risco de desenvolver diabetes mellitus.  Da mesma forma, muitos estudos sugerem que a terapia hormonal pós-menopausa tem neutro ou efeitos benéficos sobre o controle glicêmico (glicose) entre as mulheres já diagnosticadas como tendo diabetes mellitus. Futuros estudos são necessários para esclarecer os mecanismos próximos a estas relações e determinar como estas observações deve influenciar as recomendações para o atendimento de mulheres na pós-menopausa com diabetes mellitus. 

 

Nossa opinião: o que percebemos na clinica diária, é o terrorismo, efetuado aos pacientes, que já superou a própria opinião dos médicos; provavelmente por falta de literatura clara de fácil acesso aos próprios colegas, isto porque manter-se atualizado custa muito caro; outra possibilidade é a existência não muito clara de corrente com outras opiniões, entretanto estas posições tomada por cientistas nesses artigos representam uma avaliação séria e responsável por pesquisadores e publicada por revistas especializadas e as mais respeitadas em todo o mundo, e são quantidade de  artigos revisado por todos. Portanto trate da sua menopausa para ter uma melhor qualidade de vida! 

 

Fonte: Nature Reviews Endocrinology 5, 553-558 (Outubro 2009) | doi: 10.1038/nrendo.2009.166

Szmuilowicz Emily D. Cynthia A. Stuenkel & Ellen W. Seely

Sobre os autores  

Divisão de Endocrinologia, metabolismo e Medicina Molecular, da Universidade Northwestern, em Chicago, IL, E.U.A..

Divisão de Endocrinologia e Metabolismo, Universidade da Califórnia, San Diego, CA, E.U.A..

Divisão de Endocrinologia, Diabetes e Hipertensão, Brigham and Women's Hospital, Harvard Medical School, Boston, MA, E.U.A..

Correspondence to: EW Seely, Division of Endocrinology, Diabetes and Hypertension, Brigham and Women's Hospital, Harvard Medical School, 221 Longwood Avenue, Boston, MA 02115, USA Endereço para correspondência: EW Seely, Divisão de Endocrinologia, Diabetes e Hipertensão, do Brigham e Women's Hospital, Harvard Medical School, 221 Longwood Avenue, Boston, MA 02115, E.U.A.
Publicado em 18 de agosto de 2009  

 

OSTEOPOROSE

 


 

É a diminuição da quantidade de massa óssea, tornando os ossos frágeis e mais propensos às fraturas, principalmente no nível da coluna vertebral, fêmur, quadril e punho. Embora algumas mulheres possam não apresentar nenhum sintoma, alguma manifestação silenciosa da deficiência hormonal pode estar ocorrendo, como a perda de massa óssea que pode levar a osteoporose. É nos cinco primeiros anos após a menopausa que ocorre uma perda óssea mais rápida.

 

GERIATRIA / GERONTOLOGIA




Envelhecer bem é o ideal de todo ser humano e depende muito dos hábitos mantidos durante toda a vida. É evidente que esse é um processo irreversível, mas este não acontece da mesma forma para todas as pessoas, por isso, há uma grande preocupação com  a qualidade de vida e promoção da saúde para que se alcance uma velhice saudável, produtiva e feliz. Duas especialidades médicas estão envolvidas neste processo. São elas: 

Gerontologia: ciência que estuda o processo do envelhecimento, levando em consideração todos os aspectos ambientais e culturais do envelhecer. 

Geriatria: ciência que estuda e trata das doenças da velhice, mas que também se preocupa em prolongar a vida com saúde.

 



Não deixe de procurar sua qualidade de vida sexual na maturidade!


O Climatério é um período aonde há uma diminuição de Hormônios fisiológica em seus ovários, que vai alcançar a Menopausa que é a diminuição significativa de todos os Hormônios entre os quais incluímos os Hormônios Sexuais. Isto não significa sobre hipótese nenhuma de que corrigindo os sintomas físicos e Hormonais e os Emocionais entre outros, que são freqüentes, você não possa ter uma boa qualidade de vida Sexual ativa talvez em menor número, mais com qualidade, é claro que isso ocorre em mais de 70% dos casos isto pq algumas modificações são variáveis. 

Pode ocorrer uma diminuição de Apetite Sexual (Libido), entre tanto pode ocorrer o oposto desde que seja espontânea e prazerosa. 

O inicio da Menopausa com o advento do não sangramento, não necessariamente significa que as mulheres percam o prazer, até pq a diminuição do Estrógeno e Progesterona provoca um aumento da substância oposta, nesse caso a Testosterona que melhora o apetite Sexual, em sendo assim, muitas mulheres usam como Barreira este fato perante os parceiros para justificarem a atividade Sexual.

Nunca me esqueço de uma paciente minha Particular, de média idade que algum tempo não tinha nenhum relacionamento com o conjugue: quando sugeri ao Esposo que utiliza se alguma medicação já existente no mercado para disfunção erétil, que o mesmo estava interessado em utilizar, à paciente retrucou: `

Por favor, doutor Eu sou uma senhora cansada, não receite este medicamento está ótima a vida eu não tendo relação Sexual como atualmente... rsrsrs  

O esposo ficou quieto, e eu não insisti pra não criar um problema familiar. 

Eu pessoalmente como Médico experiente nesse tipo de abordagem acho que o casal sempre deve ser franco e conversar a respeito de problemas íntimos, como atividade Sexual, entre tanto com o avanço Terapêutico existe grande possibilidade em ambos o sexo efetuando a reposição Bio-equivalente, de forma ética e criteriosa individualmente que tal atitude pode ser apenas uma maneira cômoda de se esquivar, até por     que uma grande maioria das mulheres quando entram na Menopausa melhora de forma importante seu prazer Sexual, por não se preocuparem com a possibilidade de Menstruar ou Engravidar. 

 


 

Orientações:

  • No caso de diminuição de lubrificação vaginal para evitar desconforto e possíveis infecções utilize lubrificante,
  • No período da manhã geralmente ocorre um aumento do apetite Sexual,
  • Caso surja sintomas como fadiga, irritação, depressão com alterações Hormonais, baixa estima,  procure uma ajuda profissional de um psicoterapeuta,
  • Nunca se esqueça que a reposição Hormonal melhora as suas formas femininas, regula temperatura corporal,mantém a elasticidade das artérias aumenta o fluxo arterial,reduz em 60 por cento risco de doença Cardiovasculares como:angina,enfartos etc.,eleva a capacidade de descontração,mantém a densidade mineral  óssea(Osteoporose),
  • Reduz as rugas,reduz o risco de câncer Colo retal,é um poderoso indutor da Serotonina(Hormônio responsável pela alegria e felicidade)
  • Reduz a sensibilidade e a dor e em associação ao Estradiol(E3),reduz o câncer. 

 

DR. JOÃO SANTOS CAIO JUNIOR 

CRM: 20611

ENDOCRINOLOGISTA-OBESIDADE CONTROLADA-CRESCIMENTO 

SÃO PAULO

 

DRA.HENRIQUETA  V. CAIO  

CRM: 28930

ENDOCRINOLOGISTA-MENOPAUSA-TIREOIDE-HIPOTIREOIDISMO 

SÃO PAULO 

  

MEMBRO  MASTER SOCIETY FOR ENDOCRINOLOGY-LONDON-UK 

SOCIEDADE BRASILEIRADE ENDOCRINOLOGIA  METABOLOGIA 

MEMBRO DA  AMERICAN  DIABETES ASSOCIATION – USA.


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