Sao Paulo / SP - quinta-feira, 24 de agosto de 2017

DOR NO ATO SEXUAL

DOR AO ATO SEXUAL (DISPAREUNIA) PODE SIGNIFICAR O FIM DE UM RELACIONAMENTO, SENDO QUE ALÉM DE TER SOLUÇÃO, NÃO É CULPA DE QUEM A SENTE, PORQUE ELA É REAL.

 


 

A dor ao ato sexual (dispareunia) pode ocorrer no homem e na mulher. Ela pode ser desde uma leve sensação desagradável até uma dor intensa, é mais comum entre as mulheres.

 

 


 A dor ao ato sexual (dispareunia) pode ser primária (quando ocorre desde do o primeiro ato sexual, secundária (quando ela se modificou, isto é, no início era normal e depois começam a aparecer as dores aos atos sexuais – dispareunia, ocasional (quando ocorre somente em certas situações e são isoladas) e abrangente (quando a mulher tem dor a qualquer ato sexual – dispareunia).

 


 A dor ao ato sexual (dispareunia) é provocada por alterações do organismo, alterações psíquicas ou as duas conjuntamente.

  

 A dor ao ato sexual (dispareunia) é estudada de forma abrangente, sob um novo método de pesquisa sexual (sexológica). O homem é acrescentado ao tratamento uma vez que ele influencia a mulher a organizar sua forma de amar. O tratamento geral é a terapia individual ou conjugal considerando-se a formação sexual, as formas de comunicação entre o casal e a terapia sexual. Deve-se dar importância às técnicas de relaxamento, de sensibilização e reeducação sexual.

 

Na prevenção da dor ao ato sexual (dispareunia), a reeducação sexual pode impedir que as idéias erradas sobre sexualidade possam ser perpetuadas devido à tradição oral familiar, tornando-se assim fácil o aparecimento da dor ao ato sexual (dispareunia) de longa duração, mesmo quando os motivos somáticos e psíquicos forem mínimos e transitórios.

 


A dor ao ato sexual (dispareunia) é mais freqüente em mulheres em idade fértil e a dor ao ato sexual (dispareunia) influencia negativamente na qualidade de vida do casal devido a influência dos fatores psicológicos, tais como, medo da dor ao ato sexual (dispareunia), ansiedade, angústia e a quase certeza de que não vai conseguir controlar-se.

 

 

 

  •  Sentimentos e ter um ato sexual satisfatório,
  • Chegando ao orgasmo. Ficou claro que a ansiedade, angústia, medo da dor ao ato sexual (dispareunia) influenciam na variação da intensidade da dor ao ato sexual (dispareunia).

 

  

Várias observações mostraram que as mulheres que têm dor ao ato sexualdor ao ato sexual (dispareunia) apresentam níveis de excitação genital bem menor, inclusive com pouca lubrificação vaginal o que provoca ainda mais a (dispareunia) e estas mulheres de certa forma evitam o ato sexual porque não lhes é prazeroso, além de ser doloroso e devido a pouca excitação sexual, a preparação genital se torna cada vez menor.

 


 

Nossa Opinião: É um problema que o casal deve levar a sério assim que sentir as primeiras alterações, uma vez que a dor ao ato sexual (dispareunia) freqüentemente pode levar ao distanciamento do casal, podendo levar à separação, e como é um problema que com auxílio profissional pode ser resolvido, pois é caso de se diagnosticar as causas físicas e psíquicas e desta forma orientar as pessoas de forma mais adequada 

 

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